“Apesar de a indicação ser para uma parcela pequena, especialistas reconhecem que há um excesso de operações, que poderia chegar a até 40% dos pacientes.

Há uma superindicação, isso é indiscutível, mas que alguns casos precisam de cirurgia também é indiscutível”, afirma Mirto Prandini, neurocirurgião e professor de neurocirurgia da Unifesp.


Raramente opero hérnia, a não ser nos casos de indicação absoluta. Os casos bem tratados têm 95% de chance de sucesso”, diz o clínico reumatologista do hospital Albert Einstein José Goldenberg Jornal Pequeno.


Pesquisas mostram que pessoas que fizeram a cirurgia de hérnia de disco com o tempo se igualaram aquelas que não fizeram a cirurgia. Hérnia de disco é mais comum do que imaginamos e mais fácil de tratar do que pensamos desde que, exista um diagnóstico mecânico adequado e um tratamento correto. 


 Já é comprovado que 70% das hérnias de disco são assintomáticas (não apresentam dor). O corpo tem uma capacidade muito grande de se acomodar com as deformações provocadas na coluna como as hérnias de disco.


A técnica de avaliação e autotratamento do Método Mckenzie é indicado para esses casos por ser eficiente na elaboração do diagnóstico mecânico, ajudando assim, a reversão da deformação provocada pela hérnia de disco.

O Método Mckenzie demonstra que sintomas de dor nas costas são reversíveis em mais de 65% dos casos, sendo abolidos em poucas sessões.
 


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